Apresentação

Bem vindo ao meu blog! Este blog reúne alguns de meus trabalhos já realizados, projetos em andamento e notícias da área. Você vai encontrar muita informação e dicas sobre arquitetura, projetos e estruturas metálicas.


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Telha Shingle: O que é, como montar e muitas outras dicas



A telha shingle é o elemento final de todo um sistema de cobertura que porporciona beleza, estanqueidade, leveza e durabilidade ao telhado. A telha Shingle é composta por uma manta de fibra de vidro saturada em asfalto e grânulos cerâmicos.
As principais vantagens são: BELEZA, com seu design moderno e inovador; VERSATILIDADE, permitindo inclusive a especificação em telhados curvos; LEVEZA, pois chega a ser 4 vezes mais leve que uma telha cerâmica; RESISTÊNCIA, pois resiste a ventos de até 209 Km/h; DURABILIDADE, podendo ser especificada para qualquer região e clima do planeta; DESEMPENHO, por possuir excepcional resistência mecânica; GARANTIA de até 5 anos.




A primeira etapa
A base do telhado adequada é constituída por placas de OSB. Esta base deve ser fixada nas terças metálicas ou de madeira, através de parafusos adequados para cada caso. As chapas de OSB devem ter espessura mínima de 9,5mm, suportar os vãos entre 40 e 60cm e serem tratadas contra fungos e cupins.As placas devem ser instaladas com um espaçamento entre si de 3mm, ou com a medida recomendada pelo fabricante.

A segunda etapa
O próximo passo é a instalação da subcobertura. Trata-se de uma manta asfáltica flexível que é aplicada pregando-se na chapa de OSB e funciona como barreira de umidade, ou seja, impede que a água e a umidade externa entrem no ambiente. A manta deve ser desenrolada e aplicada paralelamente às extremidades do telhado, cuidando para que haja uma sobreposição mínima de 15cm entre as faixas de manta.



A terceira etapa
O próximo passo é a instalação das telhas shingle, que são pregadas diretamente sobre a subcobertura. Alguns cuidados fundamentais devem ser observados:
*Telha de início: deve ser cortada e separada uma faixa da peça da telha e o elemento restante deve ser fixado, garantindo o desalinhamento entre as linhas de telhas a fim de garantir estanqueidade. esta primeira telha deve ser fixada de maneira que fique um pouco saliente ao telhado, criando uma espécie de pingadeira.
*Encontros: estudar previamente os elementos necessários e suas medidas, para os encontros com cumeeiras, espigões, rincões, elementos de acabamento de extremidades e encontros do telhado com paredes.


A quarta etapa
O próximo passo é a instalação das cumeeiras. Um telhado com este tipo de telha é um excelente isolante térmico, o que é bastante positivo pelo fato de manter a temperatura interna da casa, mas é também negativo pelo fato de não deixar o ar quente que está acumulado dentro, sair. Por esse motivo há dois tipos de cumeeiras: a mais simples que é somente uma telha cortada e fixada (não permite saída do ar quente interno) e a cumeeira ventilada (permite a saída do ar quente interno). É sempre aconselhável que a ventilação citada seja garantida, visto que moramos em um país tropical e subtropical. Entretanto para que seja garantida essa ventilação, não basta somente escolher a cumeeira ventilada, pois deve ser especificada também uma entrada do ar externo, que normalmente é posicionda nos beirais do telhado. Esses elementos devem ser criados no detalhamento do projeto arquitetônico através de grelhas ou esquadrias no forro dos beirais.


Outras dicas

Encontro com tubulações


Encontro com chaminés


Encontro com paredes verticais
Encontro com Água Furtada trançada
Encontro com Água Furtada aberta
Encontro com Água Furtada cortada

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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Como são feitas as paredes curvas e arcos em LSF

Painéis estruturais e não-estruturais podem ser conformados em uma variedade de superfícies curvas e aberturas em arcos.




Para a construção de paredes curvas é necessário que as guias, ou perfis, superiores e inferiores sejam cortados a intervalos de aproximadamente 5cm em todo o comprimento da curva. Assim é possível curvar as guias, ou perfis, uniformemente até obter o raio desejado. Porém as curvas não devem ser muito fechadas. Para manter o raio de curvatura e reforçar a guia uma fita de aço galvanizado deve ser fixada na face externa da guia, através de parafusos ou de "clinching" e só depois devem ser fixados os montantes. Para a montagem do painel, o mais adequado é que ele seja montado no local, pelo método "stick", ou seja, primeiro fixa-se a guia inferior e superior no piso e na laje respectivamente, na conformação da curva e colocam-se os montantes no espaçamento de acordo com o cálculo estrutural.

Como esses procedimentos geralmente são trabalhosos e demandam tempo, existem no mercado norte-americano perfis U de aço galvanizado flexíveis que se assemelham a vértebras, e que se moldam facilmente a qualquer curvatura ou formato ondulado, proporcionando uma montagem muito mais rápida e segura.


Aberturas em forma de arco podem ser construídas de um painel estrutural ou não-estrutural, onde um perfil U tem as mesas cortadas de forma a possibilitar a flexão do perfil no raio ou curvatura exigida no projeto. Mãos-francesas são fixadas na verga ou guia de abertura e nas ombreiras para possibilitar a fixação do perfil.  Do mesmo modo que os painéis curvos, perfis flexíveis podem ser usados para agilizar o trabalho de montagem.

Devido a sua versatilidade, projetos em Light Steel Framing possibilitam diversas formas arquitetônicas. Cabe ao arquiteto interagir com o profissional responsável pelo cálculo para que as soluções estruturais concretizem as propostas do projeto.


Fonte: Manual de Construção em Aço - Steel Framing: Arquitetura


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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Saiba Tudo sobre Lajes e Forros em LSF


As lajes são estruturadas a partir de perfis com dimensões de alma de 200mm ou com vigas treliçadas. Para a composição da laje deve ser considerada a estrutura mais a composição de laje seca ou laje mista.

Laje Seca

Estrutura de laje: Perfil M200 mm, Perfil M250 mm, Treliça 400mm.
Placa: OSB 18,3mm, Painel Mezanino 23mm, Painel Mezanino 40mm.
Revestimento / Acabamento: Para laje seca são utilizados pisos vinílicos, carpetes ou outro tipo de piso seco.


Laje Mista

Estrutura de laje: Perfil M200 mm, Perfil M250 mm, Treliça 400mm.
Placa: OSB 18,3mm, Painel Mezanino 23mm, Painel Mezanino 40mm.
Contrapiso: Argamassa com 30 até 50mm com impermeabilização ou não.
Revestimento / Acabamento: Piso cerâmico, porcelanato, piso vinílico (para este caso não há restrição).


Para áreas externas ou ambientes úmidos, é necessária a impermeabilização, ou seja, necessariamente laje mista. Nas lajes mistas os painéis do pavimento superior podem ser montados diretamente sobre o OSB ou sobre o contrapiso. Segue abaixo a tabela com as especificações mais usuais para as lajes em LSF, considerando também o espaçamento do entre-forro mínimo de 150mm.


Forro sob laje

Em projetos onde há necessidade de vigas para o apoio da laje, estas são alocadas no entreforro para não interferir no projeto arquitetônico. Portanto a atura do rebaixo do forro deve ser geralmente de 250mm, onde há espaço para passagem de vigas e também espaço suficiente para a passagem de tubulações. estes casos podem alterar as fachadas da edificação quando a viga precisar ultrapassar a parede externa para formar lajes em balanço.


Em geral, considerar o forro com no mínimo 150mm de distância da face inferior dos perfis da laje. essa folga é considerada para a passagem de tubulações e fiações.

Lajes em balanço

Para lajes em balanço é necessária a previsão de apoios de paredes ou vigas, paralelas entre si, para formar lajes em balanço, não superiores a 2,0m, configurando apenas um sentido dos perfis.


Nos balanços de laje em L, uma face deve ter no máximo 1m para que ps perfis possam ser engastados. Vãos de laje maiores que 7,0m devem ser muito bem estudados, para que a arquitetura não seja limitada por fatores estruturais.

Área técnica

A laje técnica deve possuir uma conexão com a fundação, de modo a transferir seus esforços através de paredes ou vigas, pois possuem cargas dos equipamentos que devem ser transferidas a fundação. A laje técnica pode ser mista ou seca, dependendo da especificação de cada projeto.

Fonte: Manual Smart de Arquitetura para Steel Framing.

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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

O Guia Definitivo sobre Revestimento de Paredes LSF



Os painéis de parede no Light Steel Framing (LSF), geralmente são projetados com perfis com alma de 90mm. Os perfis com alma de 140mm e 200mm são elementos mais utilizados para vigas e lajes.

Para que não se perca a configuração do Projeto Arquitetônico as paredes devem ser desenhadas com a espessura real de sua composição, considerando perfis, placas, revestimentos e demais elementos que vierem a ser instalados.

Na tabela abaixo, estão listadas as composições mais utilizadas, considerando o perfil M90 (considerado com 91mm):

Figura 1: Tabela de espessura de paredes externas LSF.

Paredes Externas
Estão representadas nas figuras a seguir, as composições de paredes, com o revestimento externo, interno e estrutura com perfil M90.








Paredes Internas
Para as paredes internas é utilizado o gesso acartonado como placa de acabamento. O gesso acartonado pode ser aplicado sobre a placa OSB ou não, dependendo da especificação de cada projeto. Na tabela abaixo, estão listadas as composições mais utilizadas, considerando o perfil M90 (considerado com 91mm):

Figura 9: Tabela de espessura de paredes internas LSF.

Estão representadas na figura a seguir, as composições de paredes internas com e sem placas de reforço (OSB) e estrutura com perfil M90.

Figura 10: Composições de Paredes Internas.

Fonte: Manual Smart de Arquitetura para Steel Framing.

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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Placas Cimentícias


As placas cimentícias são componentes industrializados, a fim de substituir as camadas de chapisco, emboço e reboco. Elas são chapas lisas fabricadas em fibrocimento (cimento, areia e fibra de vidro), surgiram no mercado nacional na década de 70, mas a partir da década de 90 tiveram sua utilização mais difundida. As placas cimentícias são vendidas no Brasil com todo um conjunto de acessórios fundamentais para a instalação correta, e são vendidas mais comumente nas medidas de 1,20m de largura e 2,40m ou 3m de comprimento, com espessuras de 6mm, 8mm, 10mm ou 12mm. Por ser um elemento fabricado em série na indústria e pelas suas características, as placas são utilizadas como revestimento externo para construções no sistema Light Steel Framing (LSF). Sua utilização aumenta a produtividade da mão-de-obra de execução dos acabamentos, e o resultado final é uma qualidade muito superior em termos de planicidade e homogeneidade.


Locais indicados para aplicação
*Light Steel Framing / Wood Framing
*Paredes de revestimento
*Divisórias externas e internas
*Forros
*Platibandas
*Beirais
*Oitões
*Shafts
*Fechamento de vãos de ar condicionado
*Fechamento de tubulações

Locais impróprios
*Locais submersos em água, ou outros líquidos ou óleos
*Locais expostos a substâncias químicas corrosivas
*Saunas ou piscinas térmicas
*Revestimento de churrasqueiras, fornos ou áreas com incidência de altas temperaturas
*Revestimento interno de câmaras frias

O sistema de Placas Cimentícias
Além das placas propriamente ditas, há todo um sistema composto de acessórios e massa cimentícia, que são vendidos juntamente na hora da compra. Somente o sistema completo, garante os benefícios de se usar este revestimento. Segue abaixo a lista dos principais acessórios.


Membrana Hidrófuga: Diretamente em cima das chapas de OSB ou sobre os perfis do Light Steel Framing é aplicada uma membrana flexível que tem como principal função impedir a entrada de água (no estado líquido) de fora para dentro da parede, mas possibilita a passagem do vapor d água (estado gasoso) de dentro para fora. Este elemento é o que garantirá a não ocorrência de migração da umidade do ambiente externo para o interno da edificação.

- Parafusos de fixação: No Light Steel Framing todas as placas cimentícias são aparafusadas com parafusos de aço zincado, a fim de evitar corrosões. As fixações são feitas a partir da placa cimentícia na chapa OSB ou diretamente no perfil de aço da estrutura. para cada um dos casos citados há um parafuso apropriado.



- Cantoneira de PVC: Acessório composto por uma cantoneira perfurada de PVC e uma tela de fibra de vidro. A função dela é a de reforço nos cantos, seja devido a mudança de fachada (nos cantos entre as fachadas), seja por detalhes dentro da mesma fachada (saliências ou reentrâncias) ou ainda nos cantos dos vãos das esquadrias. Os cantos das placas das extremidades são pontos suscetíveis a pequenas quebras, o que pode ocasionar dificuldade de execução do acabamento final ou até infiltrações.

- Pingadeira de PVC: Acessório composto por um perfil perfurado de PVC e uma tela de fibra de vidro. A função dela é a coleta da condensação da água, ou seja a umidade interna, que é recolhida e levada para longe do perfil de aço e dos ambientes internos. Isso ajuda de maneira definitiva a evitar patologias como corrosão do aço, surgimento de bolores e fungos tanto na parede externa quanto na interna. A pingadeira deve sempre ser fixada na extremidade inferior da placa mais inferior da fachada ou de um elemento.


- Tratamento de juntas: As juntas entre as placas cimentícias são tratadas com dois elementos, a massa cimentícia (Base Coat) e a fita de junta (tela de fibra de vidro). O tratamento é feito de maneira que fique flexível, ou seja, que libere a dilatação e contração das placas e do aço sem o surgimento de trincas ou rachaduras. Esse fato é fundamental para que não haja infiltrações futuras.


- Tratamento de superfície: Finalmente, a última etapa é o tratamento de superfície que compõe-se de dois materiais, a massa cimentícia (Base Coat) e a tela de fibra de vidro. Esse tratamento é feito somente depois de todos os outros acessórios devidamente fixados, pois a massa de acabamento deve ser aplicada, também sobre os acessórios. Após a cura desta camada a parede está pronta para pintura, textura  ou aplicação de acabamentos finais (pedras, cerâmicas, madeiras, etc.).

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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Mais Obras já Executadas com Estrutura Metálica


Abaixo descrevo as características de outras obras que já projetamos e executamos, e motivos do porque o cliente escolheu estrutura metálica.

Missão Evangélica Yaweh Shammah (capela de uma Igreja Evangélica) 
Lindolfo Collor - RS 
Projetamos e fomos responsáveis pela execução da cobertura de uma capela com formato diferenciado (área total de 155m²), especificando tesouras, terças, caibros e ripas como perfis metálicos. A ideia do cliente desde o início foi ter uma edificação baixa, sem torre, e que passasse a ideia de modernidade, de contemporaneidade. A solução inicial era um telhado com estrutura de madeira e telha cerâmica, ideia essa que foi alterada no decorrer das negociações. A escolha final acabou sendo estrutura metálica tubular e telha metálica gravilhada. Os principais argumentos que justificaram a mudança foram: a baixa altura exigida pela estrutura metálica, mesmo que com caimentos e ângulos diversos na cobertura; o aspecto estético, visto que a estrutura fica aparente pelo lado interno; e a escolha de uma telha esteticamente mais bonita e leve, a telha metálica gravilhadas. Esta telha externamente lembra uma telha cerâmica texturizada, entretanto pesa o equivalente a menos de 1/4 do peso da cerâmica, e a sua instalação é muito acelerada.





Conjunto Comercial Pedro Adams Filho (lojas geminadas)
Novo Hamburgo - RS
Projetamos e fomos responsáveis pela cobertura de um conjunto de lojas geminadas no Centro de Novo Hamburgo (área total de 1.200m²). A estrutura das lojas e a laje de cobertura foram executadas em concreto armado e a estrutura de cobertura foi metálica. A opção pela estrutura em aço foi devido a redução do tempo de execução, e consequente início de locação das lojas. Enquanto a estrutura de concreto e as alvenarias eram executadas em obra, a estrutura da cobertura era executada em fábrica.





CR Die Mentz (centro de distribuição logístico para lojas)
Portão - RS
Projetamos  e fomos responsáveis pela execução da estrutura completa de um centro de distribuição para uma rede de lojas varejista (área total de 8.816m²). A obra consiste em várias naves contíguas, ou vãos de estruturas lado a lado, com estruturas treliçadas para pilares, vigas e tesouras de cobertura. O projeto arquitetônico especificava alvenaria de blocos de concreto até certa altura, nas paredes perimetrais, portanto o projeto estrutural especificou perfis especiais para servirem como encaixe e guia para a alvenaria. A esolha pela estrutura metálica foi devido a duas exigências: espaço interno livre e tempo de execução reduzido.


Posto Center Point (posto de combustíveis)
Nova Petrópolis - RS
Projetamos  e fomos responsáveis pela execução da estrutura completa de um posto de combustíveis (área total de 660m²). Devido as exigências de poucos pilares e planta livre, com muitos balanços estruturais, a solução estrutural foi desde o começo a estrutura metálica. A estrutura é composta por pilares tubulares com vigas, tesouras e platibanda treliçada. A estrutura é um padrão das unidades do posto em todo o país. este tipo de estrutura muitas vezes é conhecido também como "asa-delta".


Ginásio Esportivo
Lindolfo Collor - RS
Projetamos  e fomos responsáveis pela execução da estrutura de cobertura de um ginásio com vão de 25m e apoiado em pilares de concreto armado (área total de 1.400m²). A escolha pela estrutura metálica foi devido ao vão principal de 25m, que praticamente inviabiliza a sua execução em outro tipo de estrutura. A estrutura metálica possui um peso menor, que diminui custos de pilares e fundações de concreto armado, além da industrialização e racionalização, visando a redução do tempo de execução.



Depósito de Resíduos
Novo Hamburgo - RS
Projetamos  e fomos responsáveis pela execução da estrutura de cobertura de um depósito de resíduos industriais, com uma cobertura conformada por arcos treliçados de vão livre de 42m (área total de 4.200m²). A estrutura metálica foi escolhida pela necessidade do vão livre grande, sendo a única solução estrutural viável.


Utresa (depósito de resíduos)
Estância Velha - RS
Projetamos  e fomos responsáveis pela execução da estrutura de um depósito de resíduos industriais, com vão livre de 35m (área total de 2.300m²). A estrutura metálica foi escolhida pela necessidade do vão livre grande, sendo a única solução estrutural viável. Além disso, a possibilidade de ser desmontada e levada para outro local, após a lotação total, foi preponderante na escolha.